Recontando Histórias: Eragon

Você poderia me perguntar: ‘Por que eu deveria ler Eragon?’ Eu responderia que, se você é entusiasta da exploração de cenários medievais povoados por elfos e anões, encontrará em Eragon uma narrativa cativante.

E, se você gosta da saga ‘O Senhor dos Anéis’, digo de antemão que o autor Christopher Paolini se inspirou na rica mitologia criada por J.R.R. Tolkien para desenvolver Eragon.

Sobre a Aula

Dito isto, é importante compreender que este material foi elaborado para os alunos do terceiro ao sétimo ano. Portanto, o texto expositivo e as imagens seguem uma ordem de apresentação para uma melhor interação com a sala de aula.

É essencial compreender o objetivo desta aula: faremos a recontagem oral de uma história, utilizando imagens e textos literários apresentados pelo professor como suporte, alinhando às habilidades da BNCC: (EF15LP19, EF15LP18, EF15LP17, EF15LP16, EF15LP15).

A proposta da aula consiste em contar a história de Eragon, porém, sem mencionar o nome do protagonista, que também intitula a obra, revelando-o na segunda parte da aula. Por isso, irei me referir a Eragon como ‘o menino’ ou ‘o garoto’.

Contexto: Antes de começar a contar a estória, descreva o ambiente em que ela acontece: mitologia nórdica. Aqui eu a associei com a “Era Viking” — para uma melhor compreensão.

…Em uma época em que o mundo acreditava em toda sorte de magias e poções, e os aldeões se consultavam com magos e curandeiros em busca da cura para suas doenças.

— Esses alquimistas receitavam sangrias que poderiam ser mais nocivas à saúde do que não fazer nada; cataplasmas com esterco de vaca; trepanação de crânios; e unções com pomadas e amuletos mágicos.

…Acreditava na existência de dragões… As criaturas mais belas e fortes. Um dragão tinha o poder de cuspir chamas capazes de derreter aço, voar em altitudes onde as nuvens parecem dançar, e controlar tempestades com um simples rugido.

Suas escamas impenetráveis brilham com a luz de mil sóis, e seus olhos, profundos como abismos, veem além do tempo e do espaço.

…Cria-se em trols… Criaturas fortes, brutais e com a pele dura como pedra e força descomunal. Viviam em cavernas escuras e montanhas, e eram conhecidos por sua inteligência limitada e aversão à luz solar, que poderia transformá-los em pedra. Com suas aparências assustadoras e natureza agressiva, os trolls eram temidos em todo o reino de Alaguésia.

…Acreditavam em Werecats, criaturas que mudavam da forma humana para a de um gato — usando essa habilidade para espionar e vender as importantes revelações. Eles possuem habilidades mágicas, uma inteligência afiada e um profundo conhecimento dos mistérios do mundo.

Conhecidos por sua astúcia e independência, os Werecats são aliados poderosos e conselheiros sábios, mas suas verdadeiras intenções muitas vezes permanecem ocultas.

…Neste mundo existiam também os Elfos, as mais belas criaturas — que viviam em harmonia com a magia e natureza… Os elfos são seres imortais, graciosos e extremamente poderosos na magia. Eles viviam na floresta de Du Weldenvarden, onde mantinham uma sociedade altamente avançada e harmoniosa com a natureza.

Conhecidos por sua beleza etérea, força física e habilidades superiores em combate, os elfos também são mestres na arte da magia, utilizando-a de forma natural e intuitiva. Com um profundo respeito por todas as formas de vida, eles são aliados formidáveis na luta contra o mal e desempenham um papel crucial na guerra contra Galbatorix.

…Havia também os anões, criaturas pequeninas, porém, que possuíam a força de dois homens. Mas não pense ser tão fácil ver um anão… eles viviam nos subterrâneos das montanhas, extraindo os metais para forjar as melhores armas de Alaguesia…

Os anões são conhecidos por sua habilidade na metalurgia e lealdade inabalável aos seus clãs; vivendo principalmente nas montanhas Beor, eles são mestres na arte da escultura e da guerra. Apesar de sua estatura pequena, são guerreiros formidáveis e valorizam a honra e a justiça acima de tudo. Profundos em suas tradições e orgulhosos de sua herança, os anões desempenham um papel crucial na resistência contra o tirano Galbatorix.

…Nesse mundo havia também criaturas com uma maior vocação para o mal: os Urgals… Eram criaturas grandes e musculosas, conhecidas por sua ferocidade em batalha e sua cultura guerreira. Originários das planícies estéreis de Alagaësia, eles são temidos por sua força física e habilidade brutal no combate.

Apesar de inicialmente serem vistos como inimigos, alguns Urgals se unem à luta contra Galbatorix, demonstrando uma complexidade cultural e um código de honra próprios.

Nessa época, não havia armas de fogo (tirando as flechas mágicas de fogo que os elfos, espectros e cavaleiros de dragão podiam conjurar). Nesse mundo antigo, antes das armas de fogo, heróis empunhavam espadas reluzentes forjadas por mestres ferreiros, arcos élficos que disparavam flechas velozes, machados anões de grande poder, lanças de cavaleiros bravos, e bastões de magos sábios que emitiam feitiços poderosos. Cada arma tinha uma história e coragem era tão valiosa quanto qualquer tesouro escondido.

…As criaturas desse período mágico também se divertiam caçando javalis. Nos tempos medievais, esportes eram verdadeiras provas de bravura e habilidade. Caçar javalis nas profundezas das florestas era um desafio épico para cavaleiros destemidos, enquanto torneios de justa viam cavaleiros competindo em armaduras reluzentes, montados em corcéis poderosos.

Além disso, arqueiros elfos demonstravam precisão extraordinária em competições de tiro com arco, enquanto anões provavam sua força em duelos de machados. Estes esportes não eram apenas entretenimento, mas uma demonstração de coragem e honra.

…Esse mundo não é tão diferente do nosso, e havia, nessa época, as “tavernas medievais”, onde os camponeses, soldados dos reis e trabalhadores em geral enchiam a cara com hidromel… Nessas tavernas, os viajantes encontravam refúgio e camaradagem entre tochas crepitantes e mesas de madeira entalhada.

O hidromel, bebida dourada feita de mel e água, fluía livremente em canecas de barro enquanto histórias de batalhas e lendas eram contadas ao som de músicas de alaúdes e violinos. As tavernas eram o coração pulsante de muitas comunidades, onde heróis eram celebrados e segredos trocados sob o olhar atento de velhos sábios e jovens aventureiros.

Era uma madrugada fria e sombria na Floresta negra, e um espectro poderoso estava escondido embaixo de um barranco com os doze Urgals que comandava.

Horas se passaram, quando, no fundo da floresta, três elfos emergiram montados em seus cavalos. Eram dois elfos e uma elfa de cabelos negros. A elfa trazia consigo uma misteriosa bolsa, a qual, de tempos em tempos, era apalpada por ela. Os Urgals e o espectro continuavam escondidos no barranco, aguardando as ordens do espectro.

Os Urgals aguardavam o comando para atacar e surpreender os viajantes; no entanto, algo fez os planos do espectro darem errado: o vento mudou de direção, e o fétido cheiro das criaturas chegou às narinas dos elfos, que fugiram em disparada.

A elfa se embrenhou pela floresta, enquanto os dois elfos davam-lhe guarida — lembrando que ela carregava um importante objeto na bolsa. No entanto, ao tentarem defendê-la, os dois elfos foram atacados pelos Urgals, que disparavam dezenas de flechas incendiárias. Os elfos morreram.

O espectro, quando percebeu a fuga da elfa com a bolsa, subiu ao alto de uma rocha e pronunciou uma magia na língua antiga. Imediatamente, formou-se um círculo de fogo que atingiu vários quilômetros na floresta, bloqueando a passagem da elfa.

Dois Urgals avançaram em direção à elfa e foram mortos por ela.

A elfa retirou o objeto brilhante da bolsa e o ergueu — era uma pedra azul.

O espectro, desesperado, lançou um raio vermelho na direção da elfa, mas ela foi mais rápida. Antes de ser atingida, ergueu a pedra e pronunciou uma magia na língua antiga dos elfos e fez a pedra brilhante desaparecer para um local desconhecido.

O espectro, irado, uma vez que a missão havia falhado, matou os urgals com uma saraivada de raios. Em seguida, amarrou a elfa na garupa do seu cavalo e sumiu na floresta.

Questione os alunos: “que objeto importante os elfos estão protegendo?”

Perto dali, um garoto de quinze anos perseguia um cervo nas montanhas conhecidas como Espinha.

Essa região, diziam os moradores de “Alagaésia”, era amaldiçoada. A sorte era que o garoto era um dos poucos capazes de sobreviver nesse local sombrio. E ele precisava voltar para casa com alguma comida, uma vez que os ventos do norte sopravam, prenunciando o inverno.

Os cervos que o garoto perseguia se esconderam na escuridão de um vale estreito; no entanto, a luz da lua era perfeita para o menino ocultar sua sombra e ter visão da caça. Ele preparava uma flecha quando houve uma explosão.

Com o estrondo, os cervos saíram em disparada. O garoto até tentou acertá-los em movimento; no entanto, o tiro falhou. O garoto desferiu socos no ar e chutou uma árvore. Demorou para que perceber um pedra azul no local da explosão.

A pedra era brilhante e polida, como se uma máquina, ainda não inventada, tivesse preparado sua superfície. O garoto hesitou em levar a pedra, devido ao local perigoso onde a encontrara. No entanto, como não conseguiu uma caça, guardou-a para tentar vendê-la.

2.º parte

O garoto loiro voltou seguindo a trilha dos cervos que fugiram, e chegou até um precipício, onde avistou as cataratas de Igualda, que caiam com força do alto das montanhas gélidas da Espinha. Ao lado das cataratas, ficava Carvahall, uma vila de casinhas marrons cheias de musgo, com chaminés saindo fumaça.

A vila onde o menino morava ficava mais longe, no Vale Palancar. O menino chegou em Carvahall quando o sol já estava se pondo. Ele ficou feliz quando viu as luzes dos lampiões alimentados com gordura de cervo e as lareiras acesas. Era uma vila isolada nas montanhas, e somente mercadores e caçadores passavam por aquele local.

O menino se dirigiu até o único açougue que havia em Carvahall, e foi conversar com Sloan, o dono. Ele tentou trocar a pedra azul pela carne que precisava para a sua família passar o inverno. Sloan ofereceu uma mixuruca de 3 coroas, mal dando para comprar a carne para uma semana.

O menino não aceitou. Foi então que Sloan perguntou onde ele havia encontrado a tal pedra, e quando o menino disse ter achado a pedra nas montanhas da Espinha, Sloan ficou furioso, gritando e ameaçando o garoto com a faca.

Horst, um ferreiro corpulento de Carvahall, entrou no açougue com a filha de Sloan, uma jovem de 16 anos que tinha o cabelo longo e ruivo, chamada Katrina. Eles ouviram a gritaria no açougue e vieram ajudar.

Horst tentou apaziguar e, para ajudar o garoto, comprou a carne que o menino precisava. O menino ofereceu a pedra azul para Horst, como pagamento, mas ele recusou, e disse para ele podia ficar com a pedra. Horst combinou de ajudá-lo em sua ferraria para pagar a carne.

O nosso personagem voltou para a casa, que ficava a 5 km da Vila de Carvahall. Era noite, e Garrow, o tio, recebeu ele na varanda com um Lampião. O tio não gostou quando o garoto contou que Horst havia financiado a carne; mas o menino lembrou que havia prometido trabalhar na ferraria para pagar a dívida.

O tio era viúvo, e o nosso personagem fora dado por sua mãe, Selena, para Garrow e sua esposa Marian, quando era um bebê. O tio tinha um filho chamado Roran, que namorava a filha de Sloan, o açougueiro, que também era viúvo. A esposa do açougueiro havia morrido em uma cachoeira na “Espinha”, e por isso não aceitara a pedra azul que o nosso personagem o ofereceu.

No dia seguinte de manhã, o nosso personagem, junto com Garrow e o primo, iniciaram a colheita dos legumes, antes do inverno chegar. Colheram abóboras, beterrabas, cebolas, entre outros legumes, e fizeram conservas; salgaram os alimentos e os armazenaram no porão de legumes.

Uma tempestade cobriu a propriedade de Garrow, e eles ficaram presos em casa, se aquecendo em frente ao fogão. Quando a tempestade terminou, os mercadores já haviam montado as suas tendas no centro de Carvahall, e Garrow foi vender o excedente de sua produção.

Naquele ano, os mercadores haviam demorado para aparecer em Carvahall. O menino e o tio procuraram um comprador de pedras preciosas e tentaram vender a pedra azul. O vendedor disse que nunca havia encontrado uma pedra igual, e que não arriscaria comprá-la, pois, não sabia que tipo de material a pedra era feita.

Ele também contou que Alaguésia estava sofrendo com constantes ataques de urgals, e os moradores temiam também um espectro, e que por isso a caravana de mercadores atrasou. O menino percebeu que os mercadores estavam em alerta, devido a constantes ataques, e traziam consigo uma adaga ou espada.

À noite, quando voltou de Carvahall, Eragon decidiu testar a pedra azul, como Merlock, o vendedor de objetos preciosos, havia feito. Ele iniciou uma série de batidas na pedra com o martelo, mas não teve efeito algum.

Guardou a pedra novamente e foi dormir. Durante a madrugada, acordou abruptamente com um barulho dentro do seu quarto. Ele se levantou e pegou uma adaga que estava escondida – procurando o intruso, mas não encontrou ninguém – o quarto estava trancado.

Voltou a dormir, e acordou com outro barulho. Ele segurou a pedra e percebeu que o barulho vinha de dentro dela. Notou uma rachadura na pedra, em seguida apareceram outras rachaduras, até que a pedra se quebrou, aparecendo um braço com escamas e um chifre.

Eragon recuou, chocado (desculpe o trocadilho), pois, em pé, na frente dele, estava um dragão.

Aqui o professor pergunta aos alunos se eles conhecem a história, e mostra a capa do livro:

Voltando um pouco no tempo, antes de Eragon tentar quebrar a tal pedra azul no quarto (não existe essa digressão no livro, fiz isso para não dar “spoiler” do título estória) — Eragon foi até a Taverna do Morn, e ouviu relatos dos mercadores, que contaram que o Reino de Alaguésia estava sendo invadido por uma facção chamada VARDEN, os quais tentavam destituir Galbatorix no trono.

À noite, no terreno onde os mercadores haviam armado as suas tendas, que fora iluminado com fogueiras e candelabros, os moradores se reuniram para ouvir os trovadores tocar e contar histórias.

Brom contou a história de Galbatorix, o atual imperador, que também é um cavaleiro dragão muito poderoso.

Ele contou que Galbatorix foi um jovem vaidoso e cego pelo poder: “Há muito tempo, um cavaleiro imprudente, após terminar o seu treinamento de cavaleiro de dragão, saiu em uma viagem com outros cavaleiros até a terra dos urgals. COs povos antigos de Alaguésia contavam que os cavaleiros dragões tinham o poder de 10 homens…”

 Segundo a história de Brom, eles sofreram uma emboscada enquanto dormiam. Galbatorix, que era um aliado do rei Vrael, enlouquecera após a morte do seu dragão, e saiu vagando pelo mundo.

Como o conselho dos cavaleiros de dragão não quis dar outro dragão a ele, Galbatorix se exilou, aprendeu artes das trevas com os espectros, e engendrou, por anos, um modo de roubar um ovo de dragão.

Ele convenceu um jovem poderoso, mas que tinha a mente fraca, chamado Morzan, a deixar o portão aberto de uma cidade chamada Ilirea, onde os ovos de dragões estavam protegidos.

Em seguida, Gualbatorix roubou os ovos de dragão, fugiu, criou uma milícia e estabeleceu seu poder novamente; convencendo outros cavaleiros de dragão a darem um golpe, destituindo o rei Vrael do poder.

E foi assim que ele assumiu o controle do Reino de Alaguésia junto de Morzan, o seu discípulo.

Terminamos a 2° parte questionando os alunos: — Como Eragon esconderá o dragão? O que um dragão come?

3° parte

Eragon tocou o ombro do dragão, e uma descarga de energia atravessou seu corpo. Ele ficou deitado em sua cama paralisado por horas, sem conseguir se mexer…

Até ele conseguir se levantar e perceber uma marca prateada em sua mão direita. Eragon descobriu que a sua mente e a do dragão, de alguma forma, estavam conectadas; ele percebeu que o dragão comunicava através de emoções estar morrendo de fome. Eragon foi até a cozinha e trouxe carne seca.

 O dragão comeu até se fartar, em seguida, dormiu no colo do garoto. No dia seguinte, Eragon levou o dragão até um local distante, em uma floresta próxima à propriedade do tio, e construiu uma pequena casinha de gravetos e palha; e confeccionou uma corda feita tiras de couro para prender o dragão.

Nos dias seguintes, após ajudar o tio no cultivo dos legumes, o garoto saía correndo para encontrar o dragão e alimentá-lo.

Em uma semana, o Dragão já alcançava os joelhos do garoto, após 1 mês, já estava na altura dos ombros.

Nos primeiros dias, o garoto temia que algum animal pudesse matar o dragão, mas, depois de um mês, o dragão já tinha as escamas duras como uma armadura, e os dentes afiados como adaga, e caçava sozinho.

Quando Eragon voltava para casa, o dragão tentava segui-lo, porém o menino usava a telepatia para convencer o dragão a ficar na floresta. Os dias se passavam, e o contato mental com o dragão se fortalecia. No início, comunicava-se por meio de imagens e emoções. A distância em que os dois se comunicavam também aumentava; e já chegava a 14 km.

Uma semana antes da chegada do inverno, o tio de Eragon foi até o centro de Carvahall para comprar ferramentas. Eragon aproveitou para acompanhá-lo e esclarecer algumas dúvidas sobre dragões com Brom. Na casa do sábio em Caravahall, Eragon ouviu a história desde o começo.

A residência de Brom ficava no coração de Carvahall e era totalmente escura por dentro; pergaminhos estavam espalhados pela sala; as cadeiras tinham as pernas com formato de garras de águia; potes de tinta estavam dispostos sobre uma escrivaninha. Brom acendeu um cachimbo e começou a história:

“Contam, que os primeiros habitantes de Alaguésia foram os anões e os dragões”

Em seguida, os elfos surgiram com suas embarcações prateadas, e depois os Urgals farejando sangue.

Os elfos são considerados a raça mais justa, porque são mais amáveis, mas nem sempre foi assim…

Relatam as histórias antigas que os elfos viam os dragões como simples animais, e certo vez um elfo caçou e matou um dragão. Os outros dragões se juntaram e mataram o elfo como vingança.

Os elfos tentaram pôr um fim a esse mal-entendido, mas não conseguiam se comunicar com os dragões. Estes iniciaram uma série de ataques à nação élfica.

Como os ataques eram brutais, os elfos tiveram que revidar a agressividade. A guerra durou cinco anos, até que…

…até que Eragon, um elfo xará do personagem principal, encontrou um ovo na floresta. Ele criou o dragão, e quando já estava grande, viajaram juntos, entre os dragões, e os convenceram a assinar um tratado de paz com os elfos.

Eles viajaram junto entre os dragões e os convenceram a assinar um tratado de paz com os elfos – e assim a guerra acabara.

E para garantir que não haveria mais guerra, criaram a Ordem dos Cavaleiros de Dragão

Os cavaleiros de dragão se tornaram mais poderosos que todos os reis de Alaguésia e estabeleceram a ilha de Vroengard como o seu lar.

Após Galbatorix roubar os ovos de dragão, tomar o poder de Vrael e assassinar os cavaleiros de dragão, os anões fecharam todas as entradas dos túneis e desapareceram no subsolo.

Terminamos aqui a 3° parte.

4° parte

Brom continuou a explicar alguns conceitos sobre dragões para Eragon:

Brom contou a Eragon que os dragões escolhiam os seus cavaleiros. Quando um dragão botava um ovo, os elfos faziam uma fila para tocar no ovo e ver se o dragão os escolheria. Os cavaleiros de dragão também possuíam o corpo mais forte do que um humano comum.

Também tinham uma visão de águia, e com o tempo as orelhas ficavam pontudas, devido à manipulação de magia.

Depois de ouvir as histórias, Eragon pediu para Brom listar o nome dos dragões que já existiram. Eragon pretendia batizar o seu dragão azul.

Quando se encontrou com o dragão, Eragon leu em voz altas os nomes, porém o dragão não se interessou por nehum. O último nome da lista foi o que ela escolheu. Sim o dragão de Eragon era fêmea, e agora se chamava Saphira.

Eragon acompanhou o seu primo até a oficina de ferragem de Horst, para se despedir. Na oficina, Horst contou que guerreiros encapuzadas e com aspecto maligno perguntaram a respeito de uma pedra azul. Horst disse para Eragon voltar para a casa do tio, pois, tentaria despistar os sujeitos.

Eragon se despediu do primo e do ferreiro. Horst ficou observando para ver se Eragon seguiria direto para sua casa. Eragon percebeu e disfarçou; quando estava longe da vista do ferreiro, desviou o caminho e foi até Carvahall.

Eragon atravessava as ruas com cautela, escondendo-se entre as varandas das casas. Em uma esquina da Vila, Eragon parou, e de longe ouviu a conversa de Sloan.

O açougueiro, conversava com dois homens pálidos, vestidos com sobretudos e capa preta – que traziam consigo na cintura a bainha com espadas. Na conversa que conseguiu escutar os caras estranhos, os homens perguntaram sobre a pedra azul, e Sloan mencionou o nome de Eragon (dedurando o garoto), em seguida, os homens ameaçavam Sloan sobre a veracidade da informação.

Os homens dispensaram o açougueiro e atravessaram a rua em direção a Eragon. Eles se abaixaram e pronunciaram algumas palavras inaudíveis que fizeram Eragon petrificar-se, sem conseguir gritar ou se mexer – eles localizaram Eragon e caminharam lentamente em sua direção.

Nesse momento, Brom apareceu abruptamente na esquina e gritou: “Eragon!”, mas o garoto continuava paralisado. Ele gritou novamente. Foi então que os homens encapuzados fugiram.

Quando Brom encontrou Eragon, perguntou se ele estava doente, pois estava agachado no chão todo molhado de suor. Eragon deu uma desculpa esfarrapada e disse que estava indo para casa.

Brom concordou, e, ao se despedirem, a mão de Brom enroscou na luva de Eragon, e quando a luva saiu, revelou a marca prateada de dragão na mão de Eragon. Brom olhou assustado, mas ao mesmo tempo sabendo do que se tratava.

Terminamos a segunda parte com as seguintes perguntas aos alunos: — Eragon chegará a tempo de salvar o tio?

Terminamos a segunda parte com as seguintes perguntas aos alunos: — Existe algum risco de Saphira ser morta?

Parte 5

Eragon correu o mais rápido que pôde para chegar antes dos homens encapuzados. Quando chegou na propriedade do tio, não encontrou ninguém – decidiu procurar Safira antes, para contextualizar a história do dragão, caso o tio não acreditasse.

Quando Safira apareceu na Montanha, Eragon contou toda a história. Safira ficou furiosa quando escutou sobre gabatorix ter matado os dragões e os cavaleiros…

Ela irou-se, e batia as asas furiosamente. Quando Eragon tentou acalmá-la, segurando-a pelo pescoço, a dragoa levantou o voo.  Eragon voou tão alto que viu de cima Carvahall e a espinha bem pequenininhas.

Safira voou por horas, furiosa, e quando desceu no ato de uma Montanha, já era noite.

 Quando Saphira se cansou e pousou no alto da espinha, Eragon estava com as pernas machucadas — após horas tentando se segurar nas escamas do dragão. Após a fúria, Safira se arrependeu.

Eragon se acomodou debaixo da asa quente de Saphira, se protegendo da neve, e descansou até amanhecer.

Eragon encontrou a casa do seu tio em destroços; pelas pegadas ele calculou que teriam sido os dois espectros encapuzados que haviam destruído a casa. Ele procurou o tio entre os destroços e o encontrou desmaiado e machucado.

 Safira levou o tio voando até a entrada de Carvahall e Eragon arrastou o tio o máximo que conseguiu. Quando Brom surgiu na estrada para ajudar, Eragon desmaiou.

Eragon acordou em um quarto cheio de plantas e com um aroma de ervas. Ele olhou para o lado e viu a curandeira de Cavahall. O garoto tentou se comunicar com Saphira, mas ela deveria estar longe.

O garoto foi conduzido pela curandeira até a casa do ferreiro, onde o tio se encontrava doente, quase morto.

Eragon acordou de amnhã e foi até o quarto onde o tio estava deitado se recuperando – e viu todos chorando: Garrow não resistiu.

Eragon não esperou o enterro do tio, e na manhã do dia seguinte conversou com Saphira por telepatia e foi convencido por ela a deixar a tristeza de lado e ir atrás dos Ra’zac para se vingar.

Eragon iniciou os preparativos para sua jornada de vingança. Ele precisava de mantimentos, então, roubou carne do açougue de Solan (sem arrependomento algum, já que o açougueiro havia dedurado ele para os espectros); pegou também e um couro curtido para usar com sela de Saphira) – neste caso, pensou, não era roubo, um dia ele pagaria o guasqueiro. Enquanto fugia, foi interpelado por Brom, que se ofereceu como guia.

Eragon descobriu que Brom conseguia conversar com Saphira e sabia tudo sobre os dragões. Essa informação deixou o menino desconfiado.

 Brom deu para Eragon uma espada vermelha poderosa, forjada pelos elfos – o contador de histórias não quis revelar mais nada sobre o seu passado.

Brom fez uma sela para Saphira com o couro e planejou com Eragon a vingança contra os Ra’zac.

Iniciaram a jornada seguindo o rastro dos espectros. Depois de alguns dias, Eragon e Brom pararam em uma vila e compraram dois cavalos.

Após uma semana viajando, o grupo parou em uma vila para se reabstecerem, contudo a vila estava vazia. Entraram em uma taverna, e se assustaram com a cena: os moradores estavam mortos. Brom reconheceu as flechas dos urgals em uma das vítimas.

Quando saíam da taverna, Brom e Eragon foram atacados por uma saraivada de flechas dos urgals.

Eragon sacou o arco para se defender, e enquanto se preparava para lançar a flecha, uma palavra veio em sua mente: Brisingr. Então o urgal foi atingido pela flecha e explodiu; em seguida, o urgal ao lado também foi obliterado. Eragon descobria pela primeira vez que a magia do dragão se manifestava em seu corpo.

Brom decidiu iniciar o treinamento de Eragon com espadas de madeira.

Será que Eragon também fará um treinamento de magia com os elfos?

Encerra-se aqui nossa narrativa! Inevitavelmente, surgirão queixas de alunos por conta deste desfecho, mas o professor mostrará o exemplar de Eragon e incentivará a leitura da obra.

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