Histórias que documentam erros médicos são frequentes, especialmente em hospitais que integram convênios baratos de empresas. E por conta desses rumores, muitos brasileiros acreditam que o SUS apresenta qualidade superior em relação às clínicas particulares, uma vez que a busca pelo lucro não é a prioridade.

As histórias a seguir revelam a dura realidade dos hospitais particulares, onde muitas mortes são resultados de acidentes, esquecimentos e falta de comunicação entre médicos e enfermeiros.
A negligência e as condições inadequadas criam um ambiente propenso a desfechos trágicos.
A pressão e a complexidade das doenças levam a decisões apressadas, colocando a segurança do paciente em segundo plano, fazendo com que a vida se torne um detalhe negligenciado no dia a dia hospitalar.
Aviso: Não leia as histórias se você tem aflição com salas de cirurgia.
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O Trauma Hospitalar

Uma jovem sofreu um acidente de moto ao retornar do estágio e foi obrigada a permanecer internada durante uma semana em um hospital particular à espera do orçamento para uma cirurgia de clavícula.
Os enfermeiros informaram que, se ela não tivesse revelado aos socorristas o seu convênio, teria recebido a cirurgia no mesmo dia no hospital público da Vila Industrial.
Em resumo, a empresa médica manteve-a no leito, cobrando as diárias do convênio de propósito, apenas para aumentar os custos, sem se importar com os compromissos acadêmicos da acidentada.

O atraso é o menor dos problemas; alguns tratamentos mal realizados deixam o paciente em um estado pior. Chama-se “Visita Hospitalar Kafkiana”, quando uma simples cirurgia de unha encravada resulta na remoção de um órgão.
Outra história de terror médico envolve um padre visitando um paroquiano em uma UTI. Ele encontra o paciente conectado a muitos tubos e fios, mas ainda capaz de cumprimentá-lo.
No entanto, enquanto o padre observava, o homem parecia estar visivelmente lutando para respirar.

O paciente faz um gesto para ele pegar um lápis e papel de sua mesa de cabeceira, em seguida escreve uma nota, mas logo depois fica inconsciente.
O padre enfia o papel no bolso e chama os enfermeiros; no entanto, o homem morre antes que algo pudesse ser feito. O padre faz uma oração encomendando o corpo do falecido e volta abalado à paróquia. Ele então se lembra do papel, puxa-o do bolso e lê:
“POR FAVOR, PADRE, VOCÊ ESTÁ PISANDO NA MANGUEIRA DO MEU OXIGÊNIO!”
Morte Dentária
De acordo com um antigo boato da cidade, um paciente teria morrido na cadeira de um consultório odontológico no centro de São José dos Campos. Com medo de ser preso, o dentista escondeu o corpo, transportando-o numa maca pelo elevador de serviço e deixando-o trancado na cabine para deficientes de um banheiro.

Após ocultar o seu crime, o dentista continuou atendendo normalmente. Uma semana depois do ocorrido, ao anunciar o próximo paciente, o dentista tomou um susto e quase desmaiou: seu “cadáver” estava de volta ao consultório.
O ex-defunto relatou que foi encontrado pelos funcionários da empresa de limpeza, que imediatamente chamaram uma ambulância. No hospital, ele recebeu uma RCP. Os exames finais revelaram que ele entrou em estado de coma devido à enorme quantidade de anestesia em sua corrente sanguínea.
A reportagem a seguir foi retirada do extinto jornal “O Pasquim do Vale”.
Faxineira Desconecta Paciente

“Por meses, um mistério assombrou as enfermeiras do Hospital da Vila Industrial. Todas as manhãs de sexta-feira, na mesma cama, um paciente era encontrado morto. Não havia causa aparente para nenhuma das mortes, e os óbitos continuavam por meses.
Um inquérito foi aberto, e a polícia suspeitava, inicialmente, de um problema no sistema de ar-condicionado.
Contudo, os técnicos não encontraram nenhuma relação entre a tubulação de refrigeração e os gases emitidos pelo gerador a diesel.
No entanto, novas investigações revelaram a verdadeira causa das mortes: Todas as sextas-feiras pela manhã, uma faxineira entrava na enfermaria, removia o plugue que alimentava o sistema de suporte vital do paciente, conectava seu polidor de chão na tomada e iniciava seu trabalho.
Quando terminava suas tarefas, ela reconectava o sistema de suporte vital e ia embora. A polícia descobriu que o som ensurdecedor do polidor abafava os gritos dos pacientes.”
— Notícias regionais, 13 de junho de 1999
O Paciente Esquecido

Essa história é datada da década de 90. Os funcionários de um famoso hospital particular em São José narram que uma enfermeira inexperiente levou um paciente mudo e paraplégico até o elevador para que uma enfermeira o recebesse no terceiro andar, onde ele faria hemodiálise.
No entanto, ninguém da seção de terapia foi informado sobre a chegada do paciente. As pessoas que usaram o elevador naquele dia tampouco questionaram se o paciente sabia para onde estava indo ou se seria capaz de chegar sozinho.
Os funcionários do hospital relatam que o paciente ficou subindo e descendo no elevador por horas até que sua ausência fosse notada. Mais tarde, o enfermeiro que o encontrou não pôde acreditar no que viu: o paciente estava morto na cadeira de rodas.
O Exame Proctológico

Contam os enfermeiros do hospital da Vila Industrial que, durante um procedimento de remoção de pólipos do intestino grosso, uma súbita e violenta ignição de gases causou a explosão do ânus de um paciente.
A história de horror médico detalha a morte desse paciente, cujo cólon entrou em combustão após uma faísca do dispositivo de exame incendiar os gases intestinais.
Júlio Califa et al. (1995) descreveu este incidente como “a primeira explosão colônica relatada durante uma polipectomia colonoscópica no Brasil”. A United Start International relatou um caso semelhante ocorrido em Garden Roll, Nova York, em 1974.
Segundo a lenda, a explosão, seguida pela morte do paciente, resultou em um processo no qual o médico responsável perdeu a licença médica e o hospital foi condenado a pagar uma multa milionária à família do paciente.