A questão da bruxaria no mundo é uma discussão que remonta a séculos passados. No universo criado por J.K. Rowling, os bruxos, com medo de serem queimados, decidiram se ocultar da sociedade que denominaram “trouxas”.

Podemos afirmar, com base na história documentada da bruxa brasileira, que a arte imita a vida, pois, no Brasil, a perseguição às bruxas só terminou após a promulgação da Constituição de 1891, quando o país se tornou um Estado laico.
A perseguição foi mais intensa durante o período colonial, especialmente nos séculos XVI a XVIII, sob a influência do Tribunal do Santo Ofício da Inquisição.
Na Inglaterra, até 1951, vigorou uma lei de 1735 que criminalizava a bruxaria, levando os acusados à prisão ou, em tempos antigos, à execução em fogueiras.
A história que você vai ler aconteceu nas décadas de 1810 e 1820, e envolveu uma viúva portuguesa exilada no Brasil, condenada à morte sob a acusação de necromancia.
| Nome | Maria Perpétua Calafate de Souza |
| Nascimento | 1790 |
| Local de Nascimento | Reino de Portugal |
| Morte | 23 de outubro de 1817 |
| Local de Morte | Ilha de São Sebastião, SP |
| Outros Nomes | Maria Perpétua, a Bruxa de São Sebastião, a Feiticeira de Ilhabela |
| Descrição | Proprietária de fazenda portuguesa que emigrou para o Brasil. Acusada de bruxaria pelo Tribunal do Santo Ofício, destacou-se como uma figura intrigante na história local. |

No início do século XIX, Maria Perpétua Calafate de Souza se estabeleceu na Ilha de São Sebastião, situada no litoral paulista. Em pouco tempo, casou-se com o militar aposentado português José Lisboa de Souza, com quem teve um filho.
Quando Maria Perpétua se mudou, a ilha hoje conhecida como Ilhabela era chamada de Ilha de São Sebastião. Esse nome tem origem na data de sua descoberta, 20 de janeiro de 1502, dia que é dedicado a esse santo no calendário católico.
São vários os feitos necromânticos atribuídos a Maria Perpétua, eis alguns:
1- Enfeitiçou um Fidalgo Brasileiro Para Se Casar

De acordo com documentos da Polícia Imperial, datados de janeiro de 1810, Maria Perpétua teria elaborado uma poção destinada a enfeitiçar José Lisboa de Souza, utilizando como referência uma cópia do grimório Malleus Maleficarum (considerado o livro de bruxaria mais famoso da época).
Relatos do Repertório das Sesmarias indicam que Maria Perpétua era descrita como uma mulher não convencional, caracterizada por sua aparência considerada atraente, porém com um hálito desagradável e falta de higiene.
Essa imagem, segundo interpretações eclesiais da época, tornava improvável que ela conseguisse conquistar um homem da estirpe de um fidalgo, especialmente considerando o fato de ser viúva.

Naquela sociedade, o status de viúva era frequentemente visto como um obstáculo para novas uniões matrimoniais.
A poção que Maria Perpétua teria feito, seguindo as instruções do livro de bruxaria, consistia em uma mistura de ingredientes e um processo de preparação que espelhava as convicções daquela era sobre magia e feitiçaria. Abaixo estão os pormenores da receita que ela supostamente usou:
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| Ervas Utilizadas | Ingredientes | Quantidade | Instruções |
|---|---|---|---|
| Mandrágora | Raízes de mandrágora | 1 raiz (picada) | Adicione a raiz picada em um caldeirão para trazer poder mágico à poção. |
| Beladona | Folhas de beladona | 3 folhas | Use com cuidado; adicione as folhas para intensificar o efeito do feitiço. |
| Açafrão | Pó de açafrão | 1 colher de chá | Misture o açafrão para atrair sorte e encanto. |
| Olho de Tritão | Um fragmento fictício | 1 fragmento | Coloque o fragmento na poção como símbolo de algo raro e misterioso, elevando o poder do encantamento. |
| Pétalas de Rosa | Pétalas frescas de rosa | 5 pétalas | Adicione as pétalas para infundir a poção com amor e romance. |
| Fios de Cabelo | Fios de cabelo da mulher requerente | 3 fios | Inclua os fios de cabelo para criar uma conexão pessoal entre a mulher e o homem que será enfeitiçado. |
Receita retirada de uma página do grimório de Maria Perpétua:
Receita da Poção Encantada do Coração
| Etapa | Ingrediente / Ação | Simbolismo / Função |
|---|---|---|
| 1 | Raízes de mandrágora e folhas de belladona | Poder arcaico e encantado |
| 2 | Fogo brando | Aquecimento lento da alma e da mistura |
| 3 | Açafrão dourado | Força e vigor |
| 4 | Olho de tritão | Visão e saber oculto |
| 5 | Mexer no sentido horário | Alinhamento com o tempo e o encantamento |
| 6 | Pétalas de rosa frescas | Beleza, amor e suavidade |
| 7 | Fios de cabelo | Ligação pessoal e oferenda mágica |
| 8 | Preces e invocações | Consagração espiritual |
| 9 | Fervura por 13 minutos | Tempo ritualístico (número mágico) |
| 10 | Resfriar e vapor envolvente | Manto espiritual, finalização da infusão |
| 11 | Frasco escuro e selamento | Proteção e preservação da poção |

Caveat: Tal poção deve ser manejada com ponderação e reverência ao livre-arbítrio, pois feitiços de afeição não devem violar a sagrada liberdade da ālma humana. (Que os antigos guiem vossa mão!)
2- Ganhou Muito Dinheiro com Cartomancia e Ocultismo
Segundo consta no Relatório das Sesmarias, Domingos Borges da Silva, de São Sebastião (esposo de Maria Perpétua), possuía uma légua de terra em quadra na paragem chamada Pacuíba, correndo de Leste, começando na paragem chamada as Furnas, correndo para o Sul até a prainha alagada, por nome Gitiquibá.

Sabe-se que essa praia de Giquitiba, atualmente é conhecida como Praia da Feiticeira, devido a uma lenda atribuída a Maria Perpétua Calafate de Souza.
Antes de conhecermos a lenda, vamos enterder o que era um “Relatório das Sesmarias”:
| Nome | Relatórios das Sesmarias |
| Período | Colonial no Brasil |
| Função | Registrar a concessão de terras chamadas sesmarias |
| Definição de Sesmarias | Grandes parcelas de terra distribuídas pela Coroa portuguesa a colonos |
| Compromissos dos Sesmeiros | Colonos se comprometiam a cultivar e desenvolver as terras |
| Conteúdo dos Relatórios | Detalhavam as condições das concessões, os compromissos dos sesmeiros e o progresso do cultivo e ocupação das terras |

De acordo com as lendas da época, Maria Perpétua juntou uma fortuna vendendo amuletos, remédios, unguentos e poções para os integrantes das naus portuguesas que atracavam na ilha de Giquitibá — e os principais consumidores desses produtos eram os boticários e grumetes.
Essa prática não era bem vista na época pelos padres, bem como pelas mulheres que na época eram quase beatas.
E, em poucos anos, Maria Perpétua passou a ser conhecida não só como uma senhora de engenho, mas também como uma ocultista e cartomante.
3- Foi a Fundadora De Uma Ordem Exotérica

Maria Perpétua teria vivido até os 90 anos e, nos últimos anos de sua vida, viajado secretamente até Florença, na Itália, onde fundou uma ordem esotérica chamada Ordem da Aurora de Bronze.
Nessa ordem, ela apresentou ao mundo necromante uma nova abordagem sobre a leitura de Tarot. Diz a lenda que Maria Perpétua desenhou, de próprio punho, uma nova versão do famoso Baralho de Marselha, mas faleceu antes de ver seu projeto aprovado.

Décadas mais tarde, no início do século XX, o projeto de Maria Perpétua teria sido redescoberto.
Arthur Edward Waite encontrou o livro contendo o projeto e, a partir dele, criou o Tarot Rider-Waite. Esse baralho se tornaria o mais popular do mundo, superando até mesmo o Baralho de Marselha.
4- Criou a Técnica Para Identificar o Arcano Pessoal
Antes de analisarmos os escritos do grimório de Maria Perpétua, vamos entender o tarot e sua divisão de cartas:
| Arcanos Maiores | – Composto por 22 cartas. – Representam grandes temas e lições de vida. – Exemplos: O Louco, A Morte e O Mundo. |
| Arcanos Menores | – Composto por 56 cartas. – Divididos em quatro naipes: Paus, Copas, Espadas e Ouros. – Cada naipe contém 14 cartas (10 numeradas e 4 cartas da corte). – Representam aspectos cotidianos e desafios diários. |
Manual para Descoberta do Arcano Pessoal, por Maria Perpétua

Para descobrir a sua missão, some a sua data de nascimento = 03 02 1790 = 3+2+1+7+9+0 = 22.ª carta do Tarot: O Louco, que simboliza novos começos, novas experiências; o início da jornada.
Quando aparece em uma consulta, geralmente indica que está na hora de deixar para trás tudo que empata nossos objetivos, como medos, dúvidas e preocupações, para trilhar novos rumos. A carta sugere que esse novo começo seja empreendido de braços abertos e com alegria.

Para descobrir o “arcano auxiliar”: Some o resultado do seu arcano principal = 2+2 = 4 imperador = a carta indica racionalidade saudável, e por outro pode significar autoritarismo e frieza.
O quarto arcano maior não permite que o abstrato se sobreponha ao concreto.
Para descobrir a personalidade interna: dia de nascimento = 3 = Imperatriz = integração da força da vida, que nos anuncia a necessidade de desfrutar e assumir quem se é em essência, pelo próprio prazer de ser.

Discernimento. Idealismo. Influência solar intelectual. É o arcano da Magia Sagrada, instrumento do poder divino.
Para descobrir a carta que rege a sua movimentação externa: Mês de nascimento = 2 = Sacerdotisa = A Sacerdotisa é um arcano altamente espiritual.
Por isso ela não é uma carta que nos convida para a ação mas sim, de maneira sutil, nos convida para a reflexão. Quanto mais ponderamos sobre uma situação, mais temos chance de obter as respostas que buscamos.

A Sacerdotisa é uma figura aparentemente perfeita, mas sugere possuir mais segredos do que aparenta. Na verdade, este Arcano Maior está de fato envolto a mistérios. Indica que uma situação pode ter mais nuances do que você percebe ou acha que sabe, podendo existir informações que você ainda desconhece acerca de uma situação.
Para descobrir a carta que rege a sua essência: = ano = 1790 = 1+7+9+0 = 17 = Estrela = A Estrela tem um significado extremamente positivo em uma consulta.
Quando aparece, indica um momento em que as coisas começam a dar certo.

Sugere que conflitos podem ser apaziguados, problemas de saúde curados, dívidas quitadas, separações que viram reuniões, situações que se tornam positivas, enfim, indica paz, prosperidade e harmonia em sua resposta.
Às vezes também aponta a ajuda de alguém que agirá como seu protetor.
5 – Enfim Acusada de Bruxaria

Domingos Borges da Silva, um influente traficante de escravos na província de São Paulo, teria entrado em um grave conflito envolvendo Maria Perpétua no ano de 1811.
Consta nos documentos da época que Maria Perpétua proferiu uma maldição contra Joana, uma das escravas de Domingos, que adoecera e falecera em poucos dias daquele ano. Em decorrência desse evento, o capitão acusou Maria Perpétua de ter praticado um feitiço com a intenção de matar a escrava.

No ano de 1812, Maria Perpétua foi denunciada ao Tribunal do Santo Ofício de Lisboa por parte do padre da paróquia local, do capitão Domingos Borges da Silva e de alguns habitantes da vila, sendo formalmente acusada de bruxaria e feitiçaria.
Maria Perpétua foi denunciada também ao governador da capitania de São Paulo, que ordenou a inspeção de sua casa pelas autoridades.
Segundo relatórios da época, foram encontrados diversos apetrechos, incluindo uma orelha humana seca e conservada, guardada entre um livro de anotações, simpatias e orações, considerados elementos de feitiçaria.
A Suposta Morte

Maria Perpétua foi levada para a cadeia de São Vicente, mas, devido à influência de seu marido e ao apoio de alguns membros da elite militar, foi liberada poucos dias depois.
Em 23 de outubro de 1817, conforme registrado em seu atestado de óbito, Maria Perpétua Calafate de Souza foi morta a facadas pelo próprio marido, António José Lisboa de Souza. Ela faleceu sem jamais ter sido levada a julgamento pelas acusações de bruxaria ou feitiçaria.

As lendas, no entanto, relatam que Maria Antônia teria forjado a própria morte e se escondido em um recanto na Mata Atlântica.
Um dia antes, ela teria combinado com o marido, que forjou o corpo de uma defunta da vila.
O plano seria o marido simular um espancamento, o qual deformaria o rosto dela, não dispondo de nenhuma possibilidade de identificação a partir da tez do cadáver.
Eles haviam calculado as possibilidades, uma vez que tinham certeza da condenação vergonhosa, que na época era ser enforcado em praça pública.

Com o sucesso do plano, Maria Antônia teria dividido seu tesouro com o marido.
Depois de velha, com medo de ser roubada, a bruxa teria enterrado a sua parte em um lugar conhecido como Tocas.
Para evitar que o tesouro fosse encontrado, ela teria lançado uma série de feitiços de proteção, com o intuito de assustar os curiosos ao se aproximarem da mandrigueira da toca.
Outros Casos de Bruxaria no Brasil

Segundo relatos informais, ainda que sem uma fonte específica, muitos casos documentados de bruxaria no Brasil foram concentrados no único local que organizava a chamada caça às bruxas: o Mosteiro de São Bento.
Localizado no coração de São Paulo, este mosteiro servia como uma prisão para os acusados, onde aguardavam o julgamento de suas supostas heresias.
Supostos Relatos de Bruxaria no Brasil
| Nome | Origem e Vida | Acusação | Desfecho |
|---|---|---|---|
| Mina Renard | Imigrante francesa. Casada com René, vivia em luxo, mas ficou pobre após o assassinato do marido. Tornou-se prostituta para sobreviver. | Acusada de bruxaria por atrair homens com luxúria. | Executada na fogueira em 1692, em São Paulo. |
| Ursulina de Jesus | Brasileira. Esposa de Sebastião de Jesus, acusado por ele de torná-lo estéril com feitiçaria. | Praticar feitiçaria para esterilizar o marido. | Executada na fogueira em 1754, em São Paulo. |
| Maria da Conceição | Brasileira, curandeira e conhecedora de ervas. Teve desentendimento com o padre Luís. | Acusada de bruxaria e heresia pelo uso de ervas e pelo conflito com o padre. | Executada na fogueira em 1798, em São Paulo. |
| Outros Casos | Diversos relatos de bruxaria em São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Norte do Brasil. Associavam-se às bruxas reuniões noturnas e magia. | Acusações de feitiçaria e reuniões consideradas heréticas. | Prisões e execuções de várias mulheres. |
Bruxas em Diferentes Línguas

Os termos relacionados à “bruxa” em diferentes línguas refletem a diversidade cultural e histórica das sociedades ao redor do mundo. Veja a seguir um breve resumo sobre cada um deles:
1. Inglês: Witch: No contexto anglo-saxão, a palavra “witch” tem raízes no inglês antigo “wicce” (feminino) e “wicca” (masculino), que se referiam a praticantes de magia e feitiçaria.
A figura da bruxa na cultura inglesa é frequentemente associada a práticas de magia negra e perseguições históricas, como os julgamentos de Salem.

– Resumo: “Witch” refere-se a uma pessoa que pratica magia, frequentemente associada a conotações negativas e perseguições históricas. 2.
2- Espanhol: Bruja: Em espanhol, “bruja” deriva do latim “sortiarius”, que significa “aquele que lança sortes”.
As brujas são figuras comuns no folclore hispânico, muitas vezes retratadas como mulheres que possuem poderes sobrenaturais e que podem tanto curar quanto causar mal.
Resumo: “Bruja” é uma mulher que pratica magia, com uma presença significativa no folclore hispânico.
3. Francês: Sorcière: A palavra “sorcière” em francês vem do latim “sortiarius”. Na França, as sorcières são frequentemente associadas a histórias de feitiçaria e perseguições durante a Idade Média e a Renascença, como os julgamentos de bruxas em Loudun.

– Resumo: “Sorcière” é uma praticante de feitiçaria, historicamente ligada a perseguições e julgamentos na França.
4. Alemão: Hexe: “Hexe” é a palavra alemã para bruxa, derivada do alto alemão antigo “hagazussa”, que significa “mulher da cerca” ou “mulher da floresta”.
As Hexen são figuras centrais em contos de fadas e lendas germânicas, muitas vezes retratadas como mulheres que vivem à margem da sociedade e possuem poderes mágicos.
– Resumo: “Hexe” é uma bruxa, frequentemente retratada em contos de fadas e lendas germânicas.

5. Italiano: Strega: Em italiano, “strega” vem do latim “strix”, que significa “coruja” ou “criatura noturna”. As streghe são figuras do folclore italiano, muitas vezes associadas a práticas de magia e feitiçaria, e são personagens comuns em histórias e lendas.
– Resumo: “Strega” é uma bruxa, associada a práticas de magia no folclore italiano.
6. Português: Bruxa: A palavra “bruxa” em português tem origem no latim “bruxa”, que significa “feiticeira”.
No Brasil e em Portugal, as bruxas são figuras presentes no folclore e nas histórias populares, muitas vezes retratadas como mulheres que possuem poderes sobrenaturais e que podem tanto curar quanto causar mal.
– Resumo: “Bruxa” é uma mulher que pratica magia, presente no folclore português e brasileiro.

7. Russo: Ведьма (Ved’ma): Em russo, “ведьма” (ved’ma) deriva da palavra “ведать” (vedat’), que significa “saber” ou “conhecer”.
As ved’my são figuras do folclore eslavo, frequentemente associadas a práticas de magia e feitiçaria, e são personagens comuns em contos e lendas.
– Resumo: “Ведьма” (ved’ma) é uma bruxa, associada a práticas de magia no folclore eslavo.

8. Japonês: 魔女 (Majo): Em japonês, “魔女” (majo) combina os caracteres “魔” (ma), que significa “demônio” ou “magia”, e “女” (jo), que significa “mulher”.
As majo são figuras presentes na cultura japonesa, muitas vezes retratadas em animes, mangás e contos como mulheres que possuem poderes mágicos.
– Resumo: “魔女” (majo) é uma bruxa, presente na cultura japonesa e retratada em diversas mídias.

9. Chinês (Mandarim): 女巫 (Nǚwū): Em chinês, “女巫” (nǚwū) combina os caracteres “女” (nǚ), que significa “mulher”, e “巫” (wū), que significa “xamã” ou “feiticeiro”.
As nǚwū são figuras presentes na mitologia e no folclore chinês, muitas vezes associadas a práticas de magia e feitiçaria.
– Resumo: “女巫” (nǚwū) é uma bruxa, associada a práticas de magia na mitologia e no folclore chinês. Se precisar de mais alguma coisa, estou aqui para ajudar!
Conteúdo Extra
Página do processo de acusação de bruxaria contra Maria Perpétua, iniciado pelo capitão-mor Julião de Moura Negrão em 1812:

Fragmento de uma carta escrita e assinada por Maria Perpétua em 1814:

Auto de petição contra Maria Perpétua, sob a acusação de bruxaria, 1812:

FIM
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