Bem-vindos ao meu blogue! Esta é a 2ª parte de uma série sobre lendas urbanas sobre a cidade de Taubaté. As histórias que você vai ler seguem o formato de lendas urbanas em estilo enciclopédico, sendo mais curtas e com uma interpretação mais abstrata, permitindo ao leitor extrair o elemento aterrorizante por conta própria.
O Suicídio Frustrado

No curso de preparação para bombeiros de Taubaté, os instrutores contam uma história assustadora.
Segundo o registro da ocorrência, um homem havia ingerido várias cartelas de Rivotril e Ozempic na tentativa de tirar a própria vida.
No entanto, a mistura química desses remédios produziu uma ‘interação farmacodinâmica’ no organismo dele, que atenuou os efeitos nocivos dos medicamentos.
Mas o homem estava decidido a atentar contra a própria vida e seguiu até uma ponte sobre o Rio Paraíba, na altura da rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro, de onde tentaria pular.

Quis o universo, ou Deus, se você preferir, que no dia anterior uma tempestade deixasse o rio caudaloso, arrastando árvores e entulhos.
Após se jogar no rio, contam que a camiseta do homem ficou presa em um tronco encalhado na margem.
Segundo os bombeiros que atenderam ao suicida, a grande quantidade de água que ele engoliu fez com que vomitasse os remédios — e ele sobreviveu.
Leia a parte 1: AQUI
O Vaso Sanitário Explosivo

Essa é mais uma história do curso de bombeiros. Nela, uma mulher despejou um frasco de acetona vencida no vaso sanitário enquanto limpava o banheiro.
Ela se esqueceu de dar descarga, e o marido entrou em seguida para usar.
Como o banheiro ficava em um quartinho vazio nos fundos da casa, o marido tinha o hábito de acender um cigarro para relaxar. No entanto, quando ele terminou de fumar e descartou a bituca no vaso, a privada explodiu.
Ao chegarem ao local para atender à ocorrência, os bombeiros socorristas riram tanto ao ouvir a história que chegaram a deixar a maca cair no chão.
Nota: Cuidado com o que você joga no vaso. A mistura explosiva pode transformar o “banheiro social” em “banheiro espacial”.
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O Bolo Anjo Caído

Essa história é um relato famoso nos grupos de oração da igreja católica.
Uma mulher assava um “bolo de anjo” para a quermesse da paróquia de Santa Antônio de Lisboa. Entretando, quando ela tirou o bolo do forno, o centro da massa desmoronou.
Sem tempo para fazer um segundo bolo, a mulher improvisou um rolo de papel higiênico no meio do bolo, e depois cobriu tudo com glacê.
Ela levou o bolo correndo para a venda da quermesse igreja e deu dinheiro para sua filha, instruindo-a a comprá-lo e trazê-lo para casa.
No entanto, a filha chegou tarde; o bolo já havia sido vendido. No dia seguinte, a confeiteira encontrou-se com o grupo de oração dos “Vicentinos” e descobriu que a anfitriã havia comprado o bolo e o estava servindo como sobremesa.
Antes que a mulher pudesse avisar, a anfitriã agradeceu o elogio sobre o lindo bolo, dizendo: “Obrigada. Eu mesma fiz.”
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O Peido no Escuro

Contam os peões da Volkswagen de Taubaté que um colega tinha um grande prazer em comer feijão, mas, após casar, teve que diminuir a quantidade ingerida devido aos ataques de gases que o incomodavam.
Infelizmente, no dia de seu aniversário, ele se permitiu comer uma belíssima marmitex de feijoada.
Ao chegar em casa naquela noite, a mulher anunciou que tinha uma surpresa para ele.
O amante de feijão foi vendado e deixado sozinho em um quarto vazio para aguardar a surpresa.
Incapaz de segurar por mais tempo, ele soltou peidos com estrépitos assustadores, alcançando notas que nem Mariah Carey ousaria tentar.
Quando a mulher voltou ao quarto e retirou a venda, ele percebeu que seus cunhados e sogros estavam escondidos no canto do quarto com chapéus de aniversário e todos estavam cobrindo o nariz com a camiseta.
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A Aposta do Cemitério

Um homem embriagado, que estava em uma adega no Cegap, apostou com um amigo bêbado de martelar um prego em um caixão. Era tarde da noite, e o bar onde estavam ficava a uma quadra do cemitério municipal de Taubaté.
O homem vestiu um grande sobretudo para se proteger do frio e saiu cambaleando, mas determinado, enquanto os amigos ficaram rindo e bebendo no bar.
Ele conta que entrou no cemitério tremendo de medo, e, como não encontrou um caixão exposto, martelou o prego no primeiro túmulo que viu.
Quando ia sair, no entanto, percebeu que havia pregado o sobretudo na tumba. Desesperado, tentou se desvencilhar da roupa, mas acabou tropeçando e batendo a cabeça. Os amigos e o guarda do cemitério o encontraram desacordado uma hora depois.
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O Maníaco de Taubaté

Em 1999, a cidade de Taubaté sofria com frequentes interrupções de energia. Certa noite, uma bela modelo que havia participado de uma sessão de fotos, voltava para casa após mais um blecaute.
Enquanto abria a porta do carro, que estava estacionado no ‘Taubaté Shopping’, foi abordada por uma idosa que pediu carona até o ponto de ônibus mais próximo, pois não conseguia encontrar o caminho no escuro.
A modelo concordou e, enquanto a idosa colocava a sua sacola no banco de trás, ela notou que a mão que segurava a alça era grande e peluda…
A modelo raciocinou rápido, e pediu à velha para sair e verificar as luzes traseiras do carro, pois, estava preocupada com uma blitz policial. A ‘velha’ obedeceu, e a modelo arrancou com o carro e sumiu do local.
Mais tarde, em casa, ela encontrou a sacola deixada no banco de trás pela suposta idosa. Dentro, havia uma corda, uma chibata BDSM, um rolo de silver tape e uma câmera fotográfica.
Nota: A minha intenção ao compartilhar esta lenda urbana não é reforçar qualquer preconceito contra minorias. É importante destacar que, muitas vezes, é justamente em ambientes religiosos que podem surgir pessoas com tendências psicopáticas. Que este rumor dos anos 1990 sirva justamente como um lembrete de como histórias, lendas e rumores, em determinados momentos foram utilizados para demonizar grupos minoritários.
FIM
Achei a historia sem sentido, acho que deveria ser mais elaborada
Esse texto está no formato de lenda urbana, cuja principal característica é soar como um boato ou rumor assustador. Mais elaboração seria necessária se fosse para transformá-lo em um conto de terror.