Todos sofremos na infância as consequências por desobedecermos aos nossos pais. Pagamos por transgressões simples, como não levar um agasalho e, no final da tarde, o tempo esfriar, resultando em um resfriado – até as consequências mais severas, como quando a mãe pressente algo ruim e pede ao filho para não sair – o filho não obedece e, horas depois, sofre um acidente de carro.

Mas os conselhos sábios são os dos nossos avós… A pessoa que contou esse relato, disse que, enquanto escutava uma história, lembrou-se da advertência da avó: “Não chame, se você não quiser resposta!”
Outra avó disse: “Não devemos falar palavras sujas, ou ficar repetindo a palavra “inferno”, “desgraça”, ou professar o nome do “coisa ruim”, se não quisermos atrair o demônio que personifica essas palavras… porque, quando você chama um deles, todos escutam. Eles ouvem – e vêm até você…
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Não Chame, Se Não Quiser Resposta

Aos 10 anos, Cíntia tinha a mania de correr até a porta da casa, bater e, em seguida, chamar os pais, afirmando que havia chegado uma visita. Os pais, no entanto, ao irem verificar, não encontravam ninguém, enquanto a menina permanecia escondida, gargalhando divertidamente.
Foi então que certo dia ela foi até a porta e: “toc-toc!”, e alguém do outro lado: “toc-toc!”. A menina ficou surpresa, pois não esperava ser atendida. Ela perguntou:
— Quem é? E a pessoa respondeu: “—Sou Eu…”

A menina abriu a porta (Vocês teriam coragem de abrir a porta?), e havia um homem de preto. Ele disse: “Você não vivia me chamando?
Hoje eu resolvi aparecer.” A menina perguntou: “Mas quem é você?”, e ele respondeu: “Eu sou aquele a quem você chama…”
A mãe da menina estava na cozinha, e ouviu a filha conversando com alguém. Quando chegou na sala, viu a filha com a porta aberta, falando sozinha.
A mãe, que estava acostumada com as brincadeiras da filha, achou que fosse mais uma presepada, e deu uma bronca:

“Pare de graça, menina! Feche essa porta – agora!” Ao passo que a menina respondeu: “Mas eu estou conversando com esse homem de preto – e ele quer entrar…”
Quando a mãe da menina ouviu “ele quer entrar”, correu e trancou a porta com a chave. (pense no desespero dessa mãe…)
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Depois desse evento, a família mudou, e não quiseram mais tocar no assunto.
Mas hoje, já adulta, a menina disse que se lembra como se fosse ontem – e depois dessa experiência, nunca mais brincou de chamar quem não deveria ser chamado – muito menos mentir a esse respeito.
Moral da História
Se você é uma pessoa prudente, que escuta o conselho dos mais velhos, não tente estabelecer contato “com o além”; tampouco se não tiver conhecimento do assunto – você não sabe com o que está mexendo!
Os exemplos da tabela a seguir ilustram como ignorar avisos e conselhos, seja no passado ou no contexto sobrenatural, pode resultar em consequências sérias.
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| Aspecto | História da Postagem | Exemplos Históricos |
|---|---|---|
| Ignorar Avisos de Prudência | Personagem ignora conselhos para não provocar o sobrenatural. | Titanic: Ignorou avisos de gelo no trajeto, levando ao naufrágio. |
| Curiosidade Perigosa | Protagonista quer testar o desconhecido, resultando em consequências negativas. | Icarus na Mitologia Grega: Voou muito alto, desobedecendo ao pai, e acabou caindo. |
| Experiências Sobrenaturais | Contato com o sobrenatural traz inquietação e arrependimento. | Sarah Winchester: Construiu a “Casa Winchester” após ignorar um conselho para apaziguar supostas assombrações. |
| Conselhos Omissos ou Desafiados | Personagem subestima conselhos de não mexer no que não entende. | Pompeia: Muitos ignoraram os sinais do Monte Vesúvio antes da erupção, resultando na destruição da cidade. |
FIM